Precatórios: qual foi o destino da verba de R$ 34,4 milhões que Camocim recebeu?

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Em novembro do passado a Câmara de Vereadores de Camocim por maioria formada pela bancada do Governo, desaprova um requerimento de autoria do vereador Marcos Coelho (PSDB) que cobrava a convocação da então secretária e atual pré-candidata a Prefeita, Elizabete Magalhães, para prestar esclarecimentos sobre a destinação da verba de R$ 34 milhões referente ao precatórios do FUNDEF que o município recebeu. A proposição no entanto foi desaprovada por 10 votos da bancada governista contra 5 votos da oposição. 

O autor da proposta argumentou que a Câmara tem o papel de fiscalizar os atos do poder executivo e dar transparência ao real destino da vultosa verba pública que Camocim recebera. 

A comissão do Sindicato Apeoc que representa a classe dos professores e servidores da educação municipal, defende e tenta até hoje um acordo para o rateio da verba no percentual de 60% para a categoria e os 40% para a Prefeitura. A mesma proposta foi aceita por vários gestores municipais cearenses. No caso de Camocim, nem acordo e nem diálogo sobre o tema. 

Na região vizinha a Camocim, Uruoca, Granja e Barroquinha fizeram acordo prévio com o sindicato Apeoc para o rateio da verba quando estes municípios forem comtemplados. O assunto segue judicializado e Camocim segue numa disputa litigiosa para posse do dinheiro contrariando jurisprudências e o senso de responsabilidade pública. 

A professora Elizabete Magalhães, então secretária de Educação, será lançada candidata à sucessão no lugar de Mônica Aguiar e os Precatórios serão lembrados por seus colegas de profissão.

 

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