Brasileirão 2017: A crise do líder Corinthians e as polêmicas após derrota contra o Botafogo; Confira os vídeos

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O Corinthians deixou o estádio Nilton Santos, após a derrota por 2 a 1 para o Botafogo, insatisfeito com a arbitragem. O líder do Campeonato Brasileiro, está agora com apenas seis pontos de vantagem para seus principais perseguidores. O Corinthians viu sua vantagem para o segundo colocado oscilar para o menor número desde a 15ª rodada do Campeonato Brasileiro, ao perder por 2 a 1 para o Botafogo na noite desta segunda-feira, 23, o time está com 59 pontos, seis pontos acima de Palmeiras e Santos, seus principais perseguidores.

Líder desde a quinta rodada, o time corintiano agora vive a expectativa de como lidar com a pressão dos adversários, cada vez mais perto na tabela de classificação. Na próxima rodada, o clube entra em campo contra a Ponte Preta, no domingo, no Moisés Lucarelli. O Peixe tem o clássico contra o São Paulo, no sábado (27), no Pacaembu, e o Palmeiras joga apenas na segunda-feira (30), contra o Cruzeiro, no Palestra Itália.

Polêmicas

O jogo terminou com o clima quente. No último lance da partida, Jô recebeu um puxão do zagueiro Igor Rabello, dentro da grande área, e foi ao chão. Jogadores do Corinthians cercaram o árbitro para pedir pênalti. 

Confira o vídeo da confusão pós jogo: 

Clayson jogador do Corinthians é levado para Juizado após suposta agressão a policial

O meia-atacante Clayson foi conduzido ao Juizado Especial Criminal do estádio Nilton Santos e teve de prestar depoimento após a derrota do Corinthians por 2 a 1 para o Botafogo. Ele foi acusado de ter agredido dois policiais do Gepe (Grupamento Especial de Policiamento em Estádios) durante confusão iniciada após o término da partida.

A cena da confusão foi flagrada por uma câmera do SporTV: Clayson deu uma tapa no braço de um policial (o meia-atacante disse que tinha sido empurrado antes), levou outro tapa de volta e reagiu com um golpe mais forte – veja abaixo:

Levado ao Jecrim, localizado dentro do estádio, ele teve de dar suas explicações e só foi liberado uma hora após o jogo. Segundo Clayson, o mal-entendido aconteceu quando ele tentou tirar a mão de um guarda que tentava segurá-lo. O jogador afirma não saber que se tratava de policiais. Um dos envolvidos, Carlos Leandro Branco deixou o local sem dar entrevistas.

– Só reagi para tirar a mão, não tinha necessidade de tudo isso. Mas já está esclarecido, é vida que segue. Não vi com quem foi na hora, só abaixei a mão dele – disse o camisa 25 na saída da sala.

Durante todo o depoimento, Clayson esteve acompanhado do técnico Fabio Carille e de membros da diretoria do clube e de outros funcionários. Segundo o delegado Vinícius Domingos, o jogador pode ter de voltar ao Rio de Janeiro para participar de uma audiência futuramente.

Clayson na saída do Jecrim após o jogo contra o Botafogo (Foto: André Durão)

– Os policiais relataram que teriam sido agredidos com um tapa pelo camisa 25. Fomos até o vesitário, trouxemos o jogador. Ele prestou esclarecimento, contou que foi reclamar com o árbitro de uma supsota marcação errônea. Essas pessoas estavam fazendo a segurança do árbitro, ele nem sabia que eram policiais. Um deles o empurrou para que não se aproximasse do árbitro, o que é o dever deles. Em ato reflexo, deu um tapa no braço dos policiais. Encaminhamos os policiais ao corpo de delito. Estou requisitando as imagens para analisar e depois que colher todas informações, vamos encaminhar a ocorrência ao Juizado do Torcedor e Grandes Eventos para tomar uma decisão. Pode ser que ele tenha que voltar para uma audiência caso a gente entenda que houve um crime – explicou Vinícius Domingos.

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