Polícia ouve equipe médica que atendeu Henry Borel e analisa câmeras de segurança

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A investigação da morte de Henry Borel Medeiros, de 4 anos, no Rio de Janeiro, na madrugada de 8 de março, segue em andamento. Os profissionais que atenderam Henry e o perito que fez a necropsia do corpo prestaram depoimento nesta segunda-feira (16). 

A criança teria sido encontrada desacordada no quarto onde dormia e foi levada para o Hospital Barra D’Or pela mãe, Monique Medeiros da Costa Almeida, e pelo namorado dela, o vereador da capital fluminense Jairo Souza Santos, conhecido como Dr. Jairinho (Solidariedade). O menino chegou na unidade de saúde sem vida, com hemorragia e edemas.

Duas médicas e uma enfermeira do Hospital Barra D’Or foram ouvidas em uma delegacia da Barra da Tijuca. Já o perito prestou depoimento no Instituto Médico Legal (IML) do Centro.

Henry passou o fim de semana com o pai, Leniel Borel de Almeida, e, horas antes da morte, na noite de domingo (7), foi deixado na casa da mãe. No imóvel, localizado no bairro Barra da Tijuca, estavam Monique e o namorado, Jairo. 

Conforme as imagens de câmeras de segurança recolhidas pela polícia, Henry estava bem ao chegar no condomínio.

De acordo com o laudo médico, divulgado pela TV Globo, a criança tinha múltiplos hematomas no abdômen e nos membros superiores, infiltração hemorrágica  na parte da frente, lateral e posterior da cabeça; edemas no encéfalo; grande quantidade de sangue no abdome; laceração no fígado e outras contusões. 

Diário do Nordeste

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