Ceará está exportando lagosta para Austrália, Hong Kong e Japão

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Capturada nas águas do litoral do Norte e do Nordeste do Brasil, a lagosta é hoje objeto de desejo de mercados consumidores da Oceania, da Ásia e da América do Norte.

Uma das maiores empresas de pesca do Ceará, a Compex – pilotada pelo empresário Paulo Gonçalves – está exportando lagosta para a Austrália. 

É pouco? Essas exportações são feitas também para o Japão, Taiwan, Hong Kong e Estados Unidos. 

Capturada nas águas do litoral do Norte e do Nordeste do Brasil, essa lagosta é hoje objeto de desejo de mercados consumidores da Oceania, da Ásia e da América do Norte. 

“Praticamente toda a lagosta que o Ceará captura e beneficia em Fortaleza, agregando valor, tem como destino o mercado internacional, que está pagando um preço excelente”, informa Oziná Lima Costa, presidente do Sindicato da Indústria de Frios do Ceará (Sindifrio) e sócio e diretor da Netuno Pescados, que tem forte atuação no mercado interno brasileiro e também no de exportação de pescados. 

(No ano passado, o Ceará exportou duas mil toneladas de lagosta).

Entusiasmado com o que está acontecendo no setor pesqueiro cearense, Oziná revela: “E não é só a lagosta que está em alta lá fora. Também cresceu, e segue crescendo, a exportação de pargo, camarão e atum”. 

Sexta-feira, 31, Sílvio Carlos Ribeiro, secretário Executivo do Agronegócio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, ficou impressionado com o que viu e ouviu na visita que fez à indústria de beneficiamento da Netuno Pescados. 

Lá, ele ficou sabendo que a Compex de Paulo Gonçalves acelera a construção de sua gigantesca unidade de beneficiamento de pescados, localizada na área do Terminal Pesqueiro do Porto do Mucuripe, em Fortaleza, cuja concessão ganhou em leilão promovido pela Companhia Docas do Ceará. Será uma das maiores e mais modernas unidades da indústria de pesca do País.

Sílvio Carlos Ribeiro disse à coluna que, além dos peixes do mar, o setor pesqueiro do Ceará tem outra boa novidade da vinda da água doce: com a recarga dos açudes, a produção, beneficiamento e comercialização da tilápia tomou impulso.

E, aproveitando a maré alta, a Adagri-Ceará faz um esforço junto às indústrias de pesca no sentido de garantir a qualidade dos seus produtos, o que é uma boa notícia, também.

 

 

 

DN

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